segunda-feira, 1 de novembro de 2010

A Hegemonia da Holanda

A Holanda tornou-se um país muito rico pois todos aqueles que eram expulsos dos próprios países por causa das guerras religiosas (principalmente judeus), iam para a Holanda pois esta não estava em guerra por não discriminar nenhuma religião. Ao entrar bastantes pessoas para o país, a Holanda estava a ficar muito culta pois os judeus eram e são uma religião bastante sábia e culta, introduzindo várias técnicas inovadoras na Holanda.
A Holanda também pode ser chamada de Países Baixos, porque o país é praticamente regiões abaixo do nível médio do mar. Por este motivo, começaram a construir diques e secar pântanos para começaram a ter mais locais de habitação e de cultivo e assim evoluir bastante em relação aos outros países que por estarem em guerra, ficaram atrasados.
Houve um enorme crescimento urbano, e foi necessário haver mais alimentos, principalmente, para não deixar a população morrer, e por isso houve várias técnicas na agricultura e na pesca, como por exemplo a rotação de culturas contínuas que permitia o solo estar sempre em "movimento" e a construção de barcos mais rápidos, leves e maiores com conseguiam levar mais peixe.
A Holanda aproveitou o envolvimento de Espanha em guerras europeias e o facto de Portugal estar submetido do domínio filipino, para conquistar algumas colónias portuguesas: na Indonésia, no Brasil e em Angola. Iniciando o seu império colonial, onde criaram duas companhias:
- Companhia Holandesa das Índias Orientais (1602) que tratava do comércio com o Oriente, através da Rota do Cabo;
- Companhia Holandesa das Índias Ocidentais (1621) que organizava o comércio com as Américas e com a África Ocidental, concorrendo, com Portugal no comércio do açúcar e de escravos.

Amesterdão

Amesterdão tornou-se o centro da economia europeia porque a Holanda estava mais desenvolvida e porque os outros países estavam em guerra e não tinham condições de ter os comércios organizados e com muitos compradores nem tinham boas colheitas.
Foi criada a sociedade por acções - sociedade comercial que tem o seu capital social dividido em acções - e também a bolsa - antes era a feira e depois passou a ser locais onde se investiam em produtos ou capitais.
Foram criadas instituições financeiras como o Banco de Transferências de Amesterdão (1605) e a Bolsa Geral de Amesterdão (1609).


Império Holandês


Atracção dos meios mercantis portugueses

Como se sabe no século XV, o rei de Portugal quis renovar um tratado feito anteriormente, para incluir no seu "espaço" de comércio o Brasil.
Bem, a história é a seguinte: Portugal e Espanha tinham feito um tratado em 1480, o Tratado de Alcáçovas onde foi divido o mundo em dois domínios, o português e o espanhol (imagem 1). Mas em 1494, o rei de Portugal resolveu renovar o tratado de 1480 para incluir o Brasil, onde foi assinado o Tratado de Tordesilhas que dividia o mundo de outra maneira (imagem 2), porque segundo reza a lenda, o rei já sabia da existência do Brasil e das suas riquezas, e por esta razão resolveu que haveria de ficar sobre o domínio de Portugal, por isso anos mais tarde, em 1500, Pedro Álvares Cabral, ia a caminho da Índia, fez um desvio porque supostamente apanhou uma tempestade, tendo a sua rota ido parar ao Brasil e este ser descoberto, mas segunda a lenda, o rei mandou Pedro Álvares Cabral desviar para o Brasil para este ser oficialmente descoberto.

Imagem 1




Imagem 2
 
Este tratado veio tornar o mundo fechado (mar clausum) economicamente para todos os países excepto Portugal e Espanha que eram os "donos do mundo". Mas esta sistema levou a muitas discussões e fez com que Portugal e Espanha abrissem o mundo tornando-o mar liberum.

domingo, 10 de outubro de 2010

Alguns conceitos a recordar...sobre o quê? História, claro!!

Entreposto comercial  - "local ou praça comercial onde se estabelecem depósitos ou armazéns de mercadorias, trazidas de outras partes e que ali são trocadas, vendidas ou levadas a outros mercados".


Feitorias - "colónias de carácter exclusivamente comercial; casas que os soberanos tinham no estrangeiro para tratarem dos seus interesses económicos".


Monopólio régio ou estatal - "regime económico que permitiu ao Estado usufruir em exclusividade do comércio e exploração económica das áreas coloniais".


Casa da Índia - "espécie de repartição alfandegária, directamente dependente do Estado ou da Coroa Portuguesa, que controlava o tráfego de e para o Império Ultramarino, superintendendo na sua admistração e defesa".




Fonte: Manual História B 10ºano . Cadernos de História B, Porto Editora; Pedro Almiro Neves, Ana Lídia Pinto e Maria Manuela Carvalho

A Espanha na América

Aprendi que o império espanhol chegou à América, e descobriu que havia muito ouro e prata em vários locais, travou lutas pelas terras, matou pessoas, … mas conseguiu ficar com ouro e prata. Eu acho que o que a Espanha fez não deveria ter feito, porque se queria o ouro e a prata, acordava com o povo do local e trazia ouro e prata, sem lutas nem mortes. Por este motivo, acho que não deveriam ter feito o que fizeram, mas percebo que na altura queriam ter mais preciosidades do que os outros países. O I´mpério espanhol, interessou-se no império inca e maia, pelas suas preciosidades.


Colonização na América

Império Inca


Império Maia


A nobreza e a burguesia nos séculos XVI e XVII


Nobreza

A nobreza portuguesa dos séculos XVI e XVII, gastava todos os seus lucros da expansão portuguesa em luxos, festas, roupas, jóias, palacetes… eu acho isto muito mal porque o país começou a expansão para se desenvolver, ter colónia, etc, e a nobreza em vez de aplicar os lucros no desenvolvimento do país/império, gastava-o da pior maneira.




Burguesia



Enquanto isto ocorria, havia um grupo social com um “pouco de cabeça”, isto é a burguesia, tentou aplicar os seus lucros no investimento para o comércio, mas também eles, não desenvolveram muito o país pois não podiam, porque não tinha ajuda na nobreza nem do clero (que a meu ver também era corrupto).



Monopólio Régio

Foi criado, pelo rei D. Manuel I (imagem ao lado), o monopólio régio, que penso que é um comércio exclusivo de um país, neste caso de Portugal, onde o rei impôs medidas rigorosas para a vinda e ida de produtos, onde apoio totalmente o rei, pois se Portugal ia buscar os produtos, eles tinham que pagar os impostos alfandegários, mas alguns traziam nos navios clandestinamente esses produtos e para os proteger punia quem os trouxesse clandestinamente. Eu acho que o rei exagerava um bocadinho ao mandar tanta gente para revistar os navios, mas também concordo com ele, naquela altura não se podia deixar passar nada.

O comércio português no século XV

Nas aulas de História, tivemos a falar sobre o comércio português, onde aprendi a organização do seu comércio que consiste numa intervenção pacífica com os povos oriundos do local, onde eu acho que foi uma boa escolha ou contrario da escolha de Espanha que fez uma intervenção de conquista, onde morreram muitas pessoas.
Na imagem está uma feitoria-fortaleza, neste caso em S. Jorge da Mina, que era um local de comércio, que a meu ver foi muito bem pensada, pois ao terem um local de comércio, com protecção para o caso de ataques, gerou-se um melhor comércio, com mais países, mais produtores, mais produtos e mais compradores.
 Falamos também sobre o Oriente, onde os portugueses chegaram em 1497/99, via mar, e estabeleceram comércio de três maneiras: uma de domínio directo (onde a meu ver eram mais lucrativas para o rei português), outra em que fizeram um acordo com os príncipes indígenas (onde acho que só o fizeram porque queriam ter aqueles locais e como eram governados por outros, fizeram um acordo pacífico, que concordo que foi a melhor maneira), e por fim feitorias destinadas ao comércio (onde a meu ver Portugal perdia mais, porque tinha que pagar impostos aos desses locais).
Rota do Cabo, criada pelos portugueses para um comércio intercontinental.